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Salvador, BA, Brazil
Acompanha a Formula 1 desde o início da década de 1990. Entusiasta no cuidado automotivo, leitor e colecionador de revistas especializadas e livros sobre Ayrton Senna.

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

GP DOS ESTADOS UNIDOS. AUSTIN, 2012 E A SOFRÍVEL TRANSMISSÃO DA SPORTV

...ou: Sérgio Maurício quer ser Galvão Bueno.
 
 
Inicialmente, iria postar resenhas sobre cada GP durante a temporada de F1 de 2012, mas com a escassez de tempo ficou impraticável. Por outro lado, existem outros blogs que acompanho que já desempenham este papel muito bem, como os listados abaixo, que recomendo a todos:
 
 
Contudo, as duas últimas corridas do ano merecem uma atenção especial. O GP dos EUA ficou marcado no Brasil por não ser transmitido pela Globo, que priorizou os jogos de futebol em que os times apenas cumpriam tabela, visto que o campeão já estava definido antecipadamente.
 
 Imagem: Rede Globo
 
A alternativa foi acompanhar pelo canal fechado SporTV, que tradicionalmente transmite os treinos livres ao vivo, e a qualificação e a corrida em horários alternativos.
 
Durante os treinos livres é possível ver situações curiosas, como a instalação de sensores e aplicação de tinta fluorescente para melhor avaliação do desempenho aerodinâmico. Todavia, o som é muito mal ajustado, é possível ouvir os sons dos motores de forma muito alta enquanto a narração e os comentários ficam abafados.
 
 
Eventualmente vinha assistindo alguns destes treinos com os excelentes comentários de Lito Cavalcanti, mas o ponto negativo é a narração de Sérgio Maurício. Certamente ele está na equipe SporTV-Globo por méritos, não conheço sua trajetória, mas ele segue a escola de Galvão de errar muito durante a transmissão, com a diferença de reconhecer os erros e fazer graça deles e de ficar detalhando informações banais e desnecessárias. Algo que talvez passe despercebido por quem não acompanha as corridas com frequência, mas que incomoda demasiadamente aos mais atentos, que buscam informações minuciosas durante os GPs.
 
 Screenshot da "pilha" de SM
 
SM é frequentemente corrigido pelos telespectadores via twitter e ele mesmo diz: “hoje eu estou demais”:
 
Ficou explicando o que significava aquela “pilha” na tela, dizendo que tratava-se do KERS, que ia baixando quando o piloto apertava o botão;
 
Narrou uma ultrapassagem da STR com grande emoção, quando na verdade era replay;
 
Disse que Bruno Senna perdeu a posição para Button, mas Bruno havia se defendido e retomado a colocação;
 
Webber praticamente parado na área de escape e ele dizendo que o australiano estava perdendo muitas posições, até Lito alertar que ele abandonou;
 
Afirmou que Hamilton estava poupando os pneus quando pelo contrário, já estavam bastante desgastados na última freada, impedindo o piloto de seguir com melhores tempos;
 
Ricciardo já havia ultrapassado Raikkonen e SM não percebeu, depois corrigiu;
 
Disse que os helicópteros estavam a todo instante decolando e pousando, quando os helicópteros da TV realizavam rasantes, para transmitir a corrida;
 
Vettel e Hamilton ultrapassaram a Marussia de Glock, ele disse que era a Caterham de Petrov, depois corrigiu;
 
Categorizou: “a ultrapassagem é inevitável”, sobre Hamilton versus Vettel. O alemão não só evitou, como fez a melhor volta da prova por duas vezes até aquele momento (curiosamente, no VT da Globo Galvão disse a mesma coisa);
 
SM narra: “Hamilton chegando perto de Vettel, que defende para um lado e para outro”. Era Button se aproximando de Grosjean;
 
Sobre a corrida, não há muito mais a acrescentar, visto que os grandes sites já explanaram amplamente. Apenas observei a F1 com cara de F-Indy, com aquela espetacularização do evento, inclusive com Mario Andretti entrevistando os pilotos no pódio. A TV local transmitiu a largada de uma péssima posição, da diagonal direita, ao mesmo nível dos carros, mal focalizando os dez primeiros carros, ao contrário da visão frontal e elevada de outros GPs:
 
Largada do GP dos EUA, 2012
Fonte: TheMarioGP
 
Ao final, SM sai com mais uma, ao ver os pilotos com chapéus da Pirelli estilizados como cowboys: “são os cowboys do asfalto”, lembrei dos “gladiadores do terceiro milênio” do Galvão.
 
 
Foto: Prexamples
 
SM quer ser Galvão, não aquele narrador de outrora, que torcia junto com o telespectador, transmitindo emoção, e sim o de agora, que comete demasiados erros, comprometendo muito a qualidade da transmissão.
 
Clique aqui para acompanhar a resenha sobre o GP do Brasil 2012, a decisão do título e sobre a temporada em geral.

domingo, 11 de novembro de 2012

TOP TEN CARROS - MAIS BONITOS DA F1 (PARTE 2)

Continuando a postagem sobre os 10 carros mais bonitos da F1, os cinco primeiros classificados:
 
5° lugar) Lotus Renault GP Team R31 Renault RS27 V8 – 2011. – Para 2011, a Renault F1 Team, assume o nome Lotus, vencendo o embate legal contra a Caterham F1 Team pelo nome da tradicional escuderia. A equipe decide também resgatar o layout com as cores preta e dourada, famoso nos anos 70 e 80 nos carros de Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna e Nigel Mansell. As cores remetem ao patrocínio da JPS, e portanto, houve certa polêmica em países que proíbem a propaganda. A princípio, pareceu forçado, mas a pintura clássica caiu muito bem com o design moderno, e como ainda não havia os terríveis “bicos de ornitorrinco”, o carro daquele ano foi o escolhido. O capacete de Bruno Senna também remetia àquelas Lotus de 1985-86 de Ayrton.

Lotus Renault R31 - 2011
Foto: Farm7
 

4° lugar) Ligier Gtns Blondes JS39B Renault RS6 V10 – 1994. A tradicional equipe e seu hábito de manter o conjunto francês (motor, patrocínio, pilotos), surge para a temporada de 1994 com o potente e confiável motor Renault, mas com pilotos medianos (Olivier Panis, Eric Bernard, Frank Lagorce, Johnny Herbert) e um chassi limitado. Obteve a segunda e terceira colocação na Alemanha em uma corrida com muitos abandonos e quebras de motor. Curiosamente, Christian Fittipaldi quase foi ao pódio com uma Footwork-Ford, alcançando a quarta colocação. Ao final do ano, Schumacher testa este carro, visando estudar o motor Renault que iria para a Benetton na temporada seguinte, obtendo tempos superiores aos dos pilotos da casa. O carro foi escolhido principalmente pela cor azul, que homenageia o automobilismo francês. Um tom próximo ao royal, com detalhes em branco,  preto, e vermelho, clean, elegante e clássico.


Ligier Renault JS39 - 1994
  
3° lugar) West McLaren Mercedes MP4/12 Mercedes-Benz FO 110E V10 – 1997. Após mais de 20 anos de parceria com a Mrlbr, a equipe firma contrato com outra marca, a Wst. Com este carro, David Coulthard conquista a primeira vitória da equipe desde o GP da Austrália de 1993, última corrida vencida por Senna. A equipe havia encomendado a três companhias publicitárias o novo layout do carro com as cores prateada, preta e vermelha. A companhia vencedora apresentou um projeto muito bonito e inovador, com a predominância do prateado da Mercedes e combinações que remetiam a impressão de movimento e velocidade, como as formas de bumerangue vermelhas acima das entradas de ar. A Wst permaneceu com a equipe até 2005, mas as cores da equipe se mantiveram até hoje. Mas para quem estava acostumado com o vermelho e branco, a mudança foi bem radical.
 
Mclaren Mercedes MP4/12 - 1997
 
2° lugar) Canon Williams Renault FW15 Renault RS5 V10 – 1993. Após um ano afastado da F1, Alain Prost retorna, e com a melhor equipe da temporada, apelidada por Ayrton Senna de “Williams de outro planeta”. Suspensão ativa, controle de tração, fracionamento de combustível o melhor motor além de ser um projeto de Adrian Newey. Não por acaso, o francês conquistou o tetracampeonato, mas teve dificuldades no início do ano. Senna, apesar de sua McLaren não possuir as assistências eletrônicas, chegou à quarta prova da temporada liderando, com duas vitórias e um segundo lugar. Mas voltando ao carro, a Williams manteve as tradicionais cores azul, amarelo e branco dos anos anteriores. Esta combinação virou sinônimo de um carro vencedor, talvez o auge do automobilismo.
 
Williams Renault FW15 - 1993
Foto: Enter F1

1° lugar) Marlboro McLaren Ford MP4/8 Ford HBE7 V8 – 1993. Naquele ano, conversava com um amigo sobre qual era o carro mais bonito da F1. Ele apontou a McLaren de Senna. Não entendi como um desenho tão simples poderia ser escolhido. Passei a olhar com mais atenção aquele carro. Na pré-temporada, reportagens informavam que sua aerodinâmica foi inspirada no avião concorde, semelhança visível no bico do carro. Vejo este modelo como um marco divisório na F1. Um dos últimos modelos com bico curvado, cockpit e aerofólio traseiro ainda com perfil alto e a pintura tradicional e vencedora de outros anos da Mrlbr. Mais uma pintura que destaca-se  pela sua simplicidade, associada com as vitórias de Senna. A superação de uma fraca McLaren de 1993, apenas a terceira força daquele ano, alcançando o vice-campeonato de pilotos.

McLaren Ford MP4/8 - 1993
Foto: GP-World

Menção Honrosa: Team 7UP Jordan 191 Ford HB4 V8 – 1991. Este monoposto tem sido citado frequentemente como um dos mais bonitos de todos os tempos. Não em minha em opinião, mas fica o registro.
 
Jordan Ford 191 - 1991
Foto: Farm8
 
 

Referências:
 

domingo, 28 de outubro de 2012

TOP TEN – CARROS MAIS BONITOS DA F1 (PARTE 1)

Os carros de Formula 1, com os inúmeros patrocinadores e constantes alterações em suas linhas aerodinâmicas, apresentam forte apelo visual, em sua profusão de cores e designs.
 
A seguir, os carros que considero os mais bonitos nestes quesitos. Listei principalmente os bólidos do início dos anos 90, já que não aprecio os modelos posteriores, com o “bico tubarão”. Há carros dos anos 80 com excelentes pinturas, mas com desenhos que não considero harmônicos, e portanto apenas um foi citado.
 
10° lugar) Leyton House March Racing Team 881 Judd V8 - 1988. Começo a lista com este modelo por tratar-se de uma das primeiras referências de Formula 1 que me recordo. Vi em uma loja de aeromodelos e miniaturas de veículos e carros de corridas no aeroporto de Salvador, no final dos anos 80 (ainda há uma loja lá com estas características, contudo, com a reforma que ocorreu em 2000, não sei se trata-se do mesmo estabelecimento). Sempre que ia ao aeroporto, via aquela miniatura, anos antes de acompanhar as corridas. A cor azul clara dava mesmo uma impressão de um “carro de brinquedo”. Mas vamos aos dados técnicos: este carro foi projetado por Adrian Newey, desde já inovador. Observe as linhas aerodinâmicas laterais e lembre-se que trata-se de um carro de 1988. Foi o primeiro a incorporar o “Santo Antônio” com a entrada de ar para o motor e a elevar o bico do carro. Motor aspirado em uma temporada em que os turbos se destacaram, mas com boas atuações como um segundo e um terceiro lugar nos GPs da Bélgica e Portugal respectivamente, com o italiano Ivan Capelli. O brasileiro Maurício Gugelmin também integrava a equipe, em sua temporada de estreia. Uma pintura bastante simples e elegante.
 
 
Gugelmin em seu March Judd 881 - 1988
  
9° lugar) Benson & Hedges Jordan Peugeot 196 A10 V10 – 1996. Em 1995 a Jordan abandona o motor Hart V10 e aceita o Peugeot V10, descartado pela McLaren, que o utilizou na temporada anterior. Se na equipe de Ron Dennis, o motor francês já decepcionava, com seguidas explosões, na Jordan não foi diferente. O motor Hart se não era potente pelo menos era confiável, o Peugeot prometia 70cv a mais de potência, mas era raro não ver uma nuvem de fumaça branca e o piloto abandonando a corrida, basta verificar as estatísticas de 1994 a 1997. Creio que surgiu daí a injusta fama de Barrichello como “destruidor de motores”. Desde então, vejo com enorme desconfiança os carros de rua da Peugeot. A propaganda transcende as pistas, neste caso de forma negativa. O carro de 1995 apresentava entradas de ar muito pequenas, que se revertiam em superaquecimento do motor, em 1996 acrescentaram outras duas nas laterais. Com a saída da Sasol, a Jordan passa a receber o patrocínio da B & H, incorporando o amarelo ou o dourado às suas cores. Esta coloração, com detalhes em preto e vermelho dá ao carro um aspecto sofisticado e muito bonito. Pena que a beleza não veio acompanhada de resultados. O carro apresentava crônicos problemas aerodinâmicos (saía de frente em curvas de baixa e de traseira em curvas de alta) e motor nada confiável.
 
 

Jordan Peugeot 196 - 1996
Foto: Wikipedia
 






8° lugar) HSBC Jaguar Racing R1 Cosworth CR2 V10 – 2000. Para 2000 a Ford almejava retornar à F1 com equipe própria, comprando portanto a equipe Stewart, que teve um grande ano, com resultados muito bons de Barrichello, que os levaram à Ferrari. A equipe é batizada de Jaguar, braço esportivo da montadora e assume parceria com o banco HSBC. Contou com os pilotos, Eddie Irvine, Johnny Herbert e Luciano Burti, porém pontuando com apenas um quarto lugar. O verde metálico e a bela combinação com o branco e detalhes em vermelho deram um aspecto bastante esportivo ao carro. Ao final de 2004, a Ford decide abandonar a categoria, e vende a equipe para a Red Bull, que é hoje a principal equipe da F1.
 
Herbert e o Jaguar Ford R1- 2000
Fonte: Imcphoto

 
7° lugar) Sasol Jordan 194 Hart 1035 V10 – 1994. Rubens Barrichello havia estreado na F1 no ano anterior, com boas atuações a exemplo do GP da Europa. Em 1994, com a morte de Senna, o Brasil, acostumado com pilotos vencedores, volta seus olhos para o garoto e sua equipe média querendo ser grande. Demasiada pressão para alguém em sua segunda temporada, ter que substituir o maior de todos os tempos. O carro classificado por Barrichello como “equilibrado, mas fraco” e “muito agradável de pilotar”, esteve muitas vezes próximo do pódio, obtendo inclusive uma terceira colocação no GP do Pacífico e a pole position no GP da Bélgica. O carro apresentava predominantemente a cor azul da petrolífera Sasol, com detalhes em “verde irlandês”, azul claro, vermelho e branco. Para o público brasileiro, destacava-se o patrocínio da Arisco, que acompanhava Rubens desde as categorias de base. Um carro simpático, com linhas harmônicas, agradável de se ver. Uma curiosidade, é que Barrichello recebeu este carro (sem motor), como parte de seu pagamento para a temporada de 1995. Este encontrava-se na oficina de Sid Mosca, com acesso disponível para visitantes.

P.S.: o programa Linha de Chegada, de Reginaldo Leme, na SporTV, é realizado na oficina de Sid Mosca, e em algumas tomadas é possível visualizá-lo.
 
Jordan Hart 194 - 1994
 
6° lugar) Broker Sauber Mercedes C13 Mercedes-Benz 2175B V10 – 1994. Treinos do GP da Bélgica, chuva, surge um carro negro rodando após um erro do piloto. Observo o carro, com suas linhas elegantes e discretas. O defini como um exemplo de carro de F1, como se fosse uma maquete de 1:1, já que sua cor o remete aos carros nas fases de teste, ainda sem os patrocinadores. O que seria muito simples passou a ser muito bonito. Detalhes com uma série de pequenos círculos brancos, cinzas e vermelhos complementavam o design do carro. Os patrocinadores apresentavam-se em adesivos brancos, mesmo destoantes de suas cores originais (como a Castrol), combinaram muito bem. O detalhe final é um adesivo com um desenho da tradicional marca de relógios Tissot. Um tanto inusitado, mas que deu uma personalidade única ao bólido. Outro fato importante foi a potência demonstrada pelo motor Mercedes, que para a temporada seguinte migrou para a equipe McLaren, parceria mantida até hoje.
 
 
Sauber Mercedes C13 - 1994
Foto: Farm4
 

 Cliquem aqui para ver os cinco primeiros colocados.
 
 
Referências:

Rev. Quatro Rodas, 435 – Outubro de 1996
Rev. Quatro Rodas, 597 – Novembro de 2009

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

ANIVERSÁRIO DE BRUNO SENNA

Hoje, 15 de outubro, o piloto Bruno Senna completa 29 anos de idade.

Bruno Senna no GP de Mônaco
 

O brasileiro está em seu terceiro ano na Formula 1 (segundo completo), integrando a equipe Williams-Renault, com passagens anteriores por Lotus e HRT.
 
Bruno na Lotus-Renault em 2011
 
Bruno encontra-se com 25 pontos na temporada, oito a menos que seu companheiro e primeiro piloto da equipe, Pastor Maldonado, que já obteve uma vitória. Encontra-se com a desvantagem contratual de ter que ceder seu carro em alguns treinos livres ao piloto reserva finlandês Valtteri Bottas, o que compromete sua adaptação e acertos para os GPs.
 
No GP da Europa
 
O piloto está precisando de resultados mais consistentes para pleitear uma melhor posição na mediana equipe Williams para a próxima temporada, ou negociar com outras escuderias.
 
Vamos aguardar. Parabéns Bruno, torcemos por melhores atuações.
 
Referências
 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

AYRTON SENNA ELEITO O MELHOR PILOTO DA HISTÓRIA DA MCLAREN

A equipe McLaren, divulgou lista formulada pelo jornalista automotivo Alan Henry, enumerando os 50 maiores pilotos, de acordo com sua contribuição ao time, em todas as categorias que disputou.
 
Senna figura na primeira posição, em um comparativo com o fundador da equipe, Bruce McLaren. São abordadas características como a personalidade dos pilotos, suas origens, a dedicação de ambos no trato com o automobilismo, a idade da morte de ambos (32 para o neozelandês e 34 para o brasileiro), e o sucesso de Ayrton como piloto e de Bruce como construtor da equipe. Senna foi também o piloto que conquistou mais vitórias pelo time
 
Senna eleito o melhor piloto da McLaren
 
A lista não apresenta pilotos que estão em atividade, portanto, Hamilton, Button, e Alonso estão fora, mas Raikkonen é citado, talvez tenha sido feita antes do retorno do finlandês, isto não está bem claro.
 
Contudo, o rank é bastante controverso. Mika Hakkinen, bicampeão pela equipe, aparece na segunda colocação, à frente de Alain Prost na terceira, que conquistou três de seus quatro títulos pela equipe (1985, 1986 e 1989). Emerson Fittipaldi surge na quinta posição.
 
Nigel Mansell aparece na 48ª colocação, visto que disputou apenas duas corridas, em 1995, obtendo a décima colocação em San Marino e e um abandono na Espanha (ele ficou fora das primeiras corridas por não caber no cockpit). Michael Andretti, que ficou mais conhecido como destruidor dos carros da equipe em 1993 teve a “honra” de aparecer na penúltima colocação.
 
Esta lista apresentou-se muito extensa, talvez um Top 20 fosse mais interessante, listando pilotos que apresentaram alguma contribuição para a equipe. Muitos nomes vi pela primeira vez, e certamente foram bastante irrelevantes na história da equipe.
 
Há também um erro na data de nascimento de Senna, que consta como 02 de março, mas na verdade corresponde a 21 do mesmo mês.
 
McLaren MP4/8 de 1993
Imagem: Abload
 
 
Confiram o Top Ten:
1)      Ayrton Senna
2)      Mika Hakkinen
3)      Alain Prost
4)      James Hunt
5)      Emerson Fittipaldi
6)      Niki Lauda
7)      Keke Rosberg
8)      David Coulthard (?!?)
9)      Peter Revson (quem?)
10)    John Watson
 
Para ver todos os 50 pilotos e maiores informações sobre suas passagens pela McLaren acessem o site da equipe: www.mclaren.com
 
 
Referências:
 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O MAIOR BRASILEIRO DE TODOS OS TEMPOS (PARTE FINAL)

Com 63,8% dos votos, o médium Chico Xavier tornou-se o primeiro finalista do programa O Maior Brasileiro de Todos os Tempos.
 
 
 
Algumas frases apresentadas:
 
“A prioridade de Chico Xavier sempre foi o próximo”.
 
“Senna não foi apenas um campeão da Formula 1. Ele ensinou que todos podem tudo”. Nuno Cobra.
 
“Na sua busca pessoal pela perfeição, Senna, tornou-se um exemplo para toda uma nação”.
 
Ernesto Rodrigues, autor do livro: Ayrton Senna – O Herói Revelado, representou Senna. Ernesto fez um grande trabalho na confecção da obra, porém deixou muito a desejar como embaixador do piloto. Não se expressou bem e não defendeu de forma adequada o legado de Ayrton. Ficou fazendo muita propaganda do livro. Nuno Cobra o representou de forma mais emotiva e segura na etapa anterior.
 
O melhor momento de Rodrigues foi em suas considerações finais, quando relatou que três em cada cinco pessoas que ele entrevistou (em um total de cerca de 240) se emocionava ao lembrar do piloto.
 
Recentemente em um documentário sobre Bruce Lee, um dos depoentes falou: “Quando Bruce morreu parece que a Terra perdeu parte de sua energia”. O mesmo pode ser dito sobre Ayrton. É só recordar aqueles dias de luto mundial no ano de 1994.
 
Senna e a Lotus-Renault
 
 
O repórter Saulo Gomes, embaixador de Chico, apresentou-se de maneira muito mais articulada, com várias observações muito bem embasadas.
 
Durante o programa o site esteve bastante congestionado. Mas o que mais pesou foi a votação durante a semana. Chico representa a religião de cerca de 2% dos brasileiros (por volta de 3 milhões de pessoas, e o país é dito como possuidor do maior número de adeptos no mundo), mas independente da matiz religiosa, o mineiro foi reconhecido pelo seu legado, e sua obra de assistência social.
 
Foi uma final antecipada e Chico merece alcançar o título.
 
Senna testando a Williams FW08C em 1983
Foto: Flickr.com
 
 
Convido a todos a continuar acompanhando a retrospectiva da história de Ayrton neste blog, que está seguindo uma ordem cronológica. Breve os OS PRIMEIROS TESTES DE SENNA NA F1 - 1983.
 
 
Referências

 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

ABSURDOS DO TRÂNSITO EM SALVADOR (PARTE 2)

Conselho Nacional do Trânsito (CONTRAN) - Resolução 303 de 18 de Dezembro de 2008.

Considerando a Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, que em seu art. 41 estabelece a obrigatoriedade de se destinar 5% (cinco por cento) das vagas em estacionamento regulamentado de uso público para serem utilizadas exclusivamente por idosos, resolve:

Art. 1º As vagas reservadas para os idosos serão sinalizadas pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via utilizando o sinal de regulamentação R-6b “Estacionamento regulamentado” com informação complementar e a legenda “IDOSO”, conforme Anexo I desta Resolução e os padrões e critérios estabelecidos pelo CONTRAN.

Art. 4º O uso de vagas destinadas às pessoas idosas em desacordo com o disposto nesta Resolução caracteriza infração prevista no art. 181, inciso XVII do CTB (Infração - leve; Penalidade – multa, R$53,21; Medida administrativa - remoção do veículo).

A infração acarretará também na perda de três pontos na carteira de habilitação.

Já a resolução 304 prevê a reserva de 2% (dois por cento) do total de vagas para pessoas portadoras de deficiência física ou visual.

Ambas as resoluções determinam o uso de credenciais para a devida identificação, conforme os modelos abaixo:

Credenciais para estacionamento em vaga especial
Imagem: DENATRAN

As resoluções valem também para estacionamentos de estabelecimentos privados como shoppings, supermercados, hospitais, universidades etc.

 Vagas especiais reservadas

Como campanhas educativas pouco surtem efeito, a alternativa é punir ou constranger. O Shopping Salvador e o Salvador Norte Shopping estão colocando panfletos nos vidros dos carros dos infratores.

Panfleto do Salvador Norte Shopping
Fonte: Facebook

“Mais do que uma boa ação, respeitar o próximo é um gesto de cidadania”. É aquela velha história, o sujeito se acha o dono do mundo, e se ninguém diz o contrário, ele acredita que é mesmo.

No Shopping Iguatemi, além dos panfletos foram colocados cavaletes nas vagas prioritárias, que são retirados por um funcionário quando um usuário legítimo se aproxima.

Outra alternativa é passar a multar os infratores, a partir daí sim este hábito será debelado.

Parabéns aos estabelecimentos por esta campanha.


Referências: