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Acompanha a Formula 1 desde o início da década de 1990. Entusiasta no cuidado automotivo, leitor e colecionador de revistas especializadas e livros sobre Ayrton Senna.

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domingo, 9 de março de 2014

CARNAVAL 2014 - G.R.E.S. UNIDOS DA TIJUCA HOMENAGEIA AYRTON SENNA E É CAMPEÃ

A Unidos da Tijuca, em uma parceria vitoriosa com Ayrton Senna, ganhou o carnaval carioca de 2014.
 


 
Com o tema: “Acelera Tijuca!” empolgou a plateia e alcançou o título com a diferença mínima de 0,1 ponto para a segunda colocada, Salgueiro (299,4 a 299,3), tal qual o GP da Espanha de 1986, quando Senna vence Mansell por 0,014 segundo.
 
Com um refrão fácil de cantar, os espectadores uniram-se em um grande coro:
 
Acelera Tijuca, eu vou com você
Nosso lema é vencer
Guiando o futuro que um sonho construiu
Ayrton Senna do Brasil
 
Como relatado na primeira parte desta postagem, o desfile foi muito tarde, mas pelo menos não a ponto de comprometer a pontuação da escola. Eu mesmo assisti no Youtube alguns dias depois. O conteúdo não está mais disponível. Mas é possível assistir no próprio site da Globo, com melhor qualidade:

 
Clique aqui para assistir ao desfile

 
Dentre as minhas impressões, achei bem legal a comissão de frente, com temas ligados à velocidade. Ia reconhecendo aos poucos cada integrante: Dick Vigarista, Penélope Charmosa e Mutley (Rabugento) do desenho Corrida Maluca; The Flash; Speed Racer; Ligeirinho; um Guepardo; um velocista (ouvindo os comentaristas, vi que tratava-se de Usain Bolt; um outro personagem com um “M” no peito que desconhecia (mais tarde surge em outra ala, faz parte também do Speed Racer).
 
Há também o Sonic, talvez em uma dupla referência, pois além da velocidade o personagem (ícone da Sega, empresa de videogames em seu auge na época, primeira metade dos anos 1990, através dos consoles Mega Drive/Genesis, Master System e Game Gear), deu forma ao troféu do GP da Europa de 1993, em Donington Park, aquele da melhor primeira volta da história, vencido por Senna.
 

 Comissão de Frente, Unidos da Tijuca 2014
 

E um dos pontos fortes da comissão foi a presença de um carro de Formula 3 estilizado como o McLaren MP4/8, de 1993. Vê-lo foi uma grande surpresa, muito criativo e acertado, inclusive com o número 8, utilizado na temporada. Retira o pano da mesa de troféus, sem derrubá-los. Imaginei se seria mesmo o carro de Formula1, tal fidelidade das linhas, mas logo os comentaristas anunciaram sua origem. Os pneus também eram bem diferentes.



 Carro de Formula 3 estilizado como o F1 McLaren-Ford MP4/8 de 1993
Foto: UOL
 
O integrante da escola que faz as vezes de Senna na comissão de frente mostrou-se bastante empolgado, estimulando a plateia a aplaudir e acompanhar o samba enredo. Um momento interessante foi quando o personagem, com a bandeira do Brasil nas costas, juntamente com o Mestre-sala e a Porta-bandeira, reverenciam-se.

 

 Mestre-Sala, Porta-Bandeira e Senna reverenciam-se
 

Como o tema da escola foi Velocidade, e não especificamente Ayrton Senna, em alguns momentos o desfile parecia ser desconexo, como as alas que apresentam cavalos, peixes-agulhões, internet.
 
Juliana Alves aparece muito bem como Rainha de Bateria. Bastante natural e simpática. Os integrantes da bateria utilizaram os macacões de pilotos de F1, mas na verdade representavam os mecânicos. As cores da escola (azul e amarelo) aliadas ao branco, remetia às Williams-Renault de Mansell e Prost, grandes rivais de Senna de 1991 a 1993.

  
 A Rainha da Bateria, Juliana Alves
 

O intérprete Tinga estava estreando na Unidos da Tijuca, apresentou-se muito bem.
 
O carro chegada traz uma série de fotos de Senna, sem os antigos patrocínios, com pneus, e uma pequena pista na qual um piloto caracterizado como Senna, dá algumas voltas. Me parece uma referência às corridas que Ayrton fazia em sua fazenda, em Tatuí/SP. O carro apresentou também jogo de luz e bandeiras quadriculadas, circulando entre as fotos.

 
 Carro Bandeirada, com uma pequena pista de kart
 

Três alas representaram o legado deixado por Senna, através do Instituto Ayrton Senna: Educação, Esportes e Artes. Logo em seguida surge uma ala de crianças, representadas pelo Senninha, personagem lançado pouco antes da morte de Ayrton, que objetivava instruir o público infantil sobre valores éticos e morais.

 
 Ala Senninha
 

O carro Pódio, aquele dos troféus, trouxe referências ao piloto, com passistas utilizando o macacão vermelho e o boné azul. Jatos de água surgiram no topo. A princípio me pareceu representar a champagne das vitórias, mas os comentaristas referiram à chuva, que tantas vitórias marcantes trouxe ao brasileiro, incluindo a primeira, em Portugal, 1985. No alto, o piloto ergue o troféu, comemorando com gestos um tanto abruptos, o que descaracterizou um pouco, já que o piloto era menos efusivo em suas comemorações.

  
 Carro Pódio. Troféus, chuva/champagne

Ao fim, uma foto do piloto com uma de suas mensagens, em uma época de baixa autoestima e de um povo desacreditado:

 
 Uma das frases de Senna
 

Uma bela homenagem, neste ano que certamente terá uma série de outras, inclusive no GP da Austrália, na abertura da temporada. A escola de Samba paulista Rosa de Ouro também fez referência ao piloto em sua comissão de frente, que elencou “Personalidades Inesquecíveis”, em uma pesquisa na internet.

  
 Comissão de Frente, Rosas de Ouro 2014

Bruno e Viviane Senna participaram do desfile. A irmã de Ayrton disse: “Está completando 20 anos do legado do Ayrton, e parece que foi ontem, a gente sente ele aqui presente, e aqui a gente está vendo o efeito disso”.

  
 Bruno Senna (sobrinho do piloto) e Viviane Senna (irmã e presidente do Instituto Ayrton Senna)
 

Sem dúvidas, ver os integrantes que representaram Senna, tão empenhados neste papel, foi como vê-lo revivido.
 
Parabéns ao carnavalesco da escola, Paulo Barros, título merecido. Ayrton Senna conquista mais uma vitória, vence o GP Tijuca, com o título de 2014.
 
#AceleraTijuca
 
 

Referências


 

domingo, 27 de janeiro de 2013

AYRTON SENNA NA F3 – GP DE MACAU, 1983 (PARTE FINAL)

Já vimos participação de Senna na Formula 3 nas duas últimas etapas da temporada de 1983 (clique nos circuitos para ir para a postagem). Silverstone e Thruxton, veremos agora o GP de Macau daquele ano:
 

O Grande Prêmio de Macau de Formula 3, agrega os principais pilotos da referida categoria ao redor do mundo. O evento é disputado desde 1983 até os dias atuais.
 
Algumas imagens da corrida e entrevista com Senna
 
Uma das largadas, com narração de Murray Walker
 
Em 1983, Senna, após conquistar o campeonato da F3, chega a Macau na noite anterior aos treinos, sofrendo com o fuso horário, visto que havia testado carros de F1 dias antes. Era um circuito de rua com cerca de seis quilômetros, com longas retas e curvas difíceis e velocidade máxima próxima aos 240km/h.
 
Carro com o qual Senna disputou o GP de Macau
 
A pole era definida com o tempo agregado de duas voltas rápidas. Senna nunca havia estado naquele circuito e por sempre andar no limite, bateu na barreira de pneus logo na primeira volta. Após a equipe Theodore Racing reparar o carro, foi para a pista no segundo treino e conquistou a primeira posição.
 
A Marlboro já patrocinava categorias de base
 
Ayrton Senna na pole, o colombiano Roberto Guerrero em segundo e o austríaco Gerhard Berger na terceira posição. Senna costumava tirar o máximo do carro logo na largada para eliminar qualquer possibilidade de ultrapassagem dos pilotos que o seguiam. E assim Berger definiu: “Eu os estava observando e em cada curva Ayrton se distanciava alguns metros e aos poucos foi capaz de se afastar. Guerrero was struggling to follow him,and I was struggling to follow Guerrero. Guerrero estava lutando para segui-lo, e eu estava lutando para seguir Guerrero”.
 
 
Pódio: 1°) Senna , 2°) Guerrero e 3°) Berger
 
Senna vence ambas as baterias da mesma forma. Berger conta que recebeu uma premiação por ter feito a melhor volta. Ele conferiu os tempos e viu que não era o mais rápido, mas aceitou o troféu. À noite, na festa de comemoração, Berger conta que um sujeito chegou até ele cobrando o troféu por ter feito a volta mais rápida, era Ayrton, no primeiro contato entre os dois. Berger disse que não ligava, mas parece que ficou por isto mesmo, e os dois tomaram uma cerveja, consolidando uma amizade que durou anos.

O próximo review apresentará os primeiros testes de Senna na F1, aguardem.
 
Referências
 
HILTON, Christopher. Ayrton Senna: Uma lenda a toda velocidade: Uma jornada interativa. Global Editora. São Paulo, 2009.

domingo, 26 de agosto de 2012

AYRTON SENNA CAMPEÃO E RECORDISTA DA FORMULA 3 - 1983 (PARTE 2)


Thruxton, Inglaterra, 23 de outubro de 1983. Última prova, Ayrton Senna conquista dezesseis pole positions, vence doze das dezenove provas do campeonato de Formula 3 e estabelece um novo recorde na categoria, superando Nelson Piquet, que havia alcançado onze vitórias na temporada de 1978.
 
Senna Recordista da F3
Vídeo: TVE
 
A diferença entre ambos era pequena, visto que Brundle fazia uma temporada consistente, com seis vitórias e dez segundos lugares.
 
Brundle e Senna em 1983
 
Senna largou na pole e manteve a liderança durante as 15 voltas, conquistando também um ponto extra pela volta mais rápida, não dando chances a Martin Brundle, que largou na terceira posição, e não conseguiu ultrapassar o segundo colocado, o norte-americano Davy Jones.
Termina o campeonato, Senna 132 pontos, Brundle 123.
 
Mais uma vitória em Silverstone
 
Ao final da corrida, Ayrton recebe a confirmação de que irá testar a McLaren-Porsche turbo, premiação concedida ao campeão, já que a Marlboro, patrocinadora da equipe, também patrocinava o campeonato inglês.
 
 

Senna a bordo do West Surrey - Toyota
 
Senna recebe o convite do chefe da atual equipe para disputar o campeonato europeu de Formula 2, mas já é hábito na época que os pilotos migrem direto para a Formula 1.
O piloto tornou-se o único tríplice coroado das formulas britânicas (Formula Ford 1600, Formula Ford 2000 e Formula 3).

A conquista do título
Foto: Álvaro Teixeira
 
Em seguida, Senna disputa e vence o GP de Macau, com os melhores pilotos de F3 do mundo.

Ao final do ano, Senna fez diversos testes em equipes de Formula 1, mas isso é assunto para outro post: OS PRIMEIROS TESTES DE SENNA NA F1 - 1983.
 
Referências
 
Rev. Quatro Rodas, 280. Novembro – 1983  

segunda-feira, 9 de julho de 2012

AYRTON SENNA NA FORMULA 3 - 1983 (PARTE 1)

O blog pretende relatar todos os GPs disputados por Senna na Formula 1. Contudo, sua passagem em outras categorias também será lembrada.

Senna em seu Formula 3 Ralt-Toyota
Foto: F1db.com

Vamos iniciar no último degrau de Ayrton antes da Formula 1. O ano é:

1983

Nesta época, você ouvia nos rádios:
Thriller, Beat It, Billy Jean - Michael Jackson;
This Charming Man (a introdução de 13 segundos com a guitarra de Johnny Marr é hoje meu toque de celular), Hand in Glove, What Difference Does it Make - The Smiths;
Every Breath You Take – The Police;
Overkill – Men At Work;
Mesmo Que Seja Eu - Marina;
Weekend - Blitz.
  
No cinema:
Superman III (no Brasil com a dublagem de André Filho);
Star Wars – O Retorno de Jedi;
O Dia Seguinte;
Herança Nuclear;
Krull;
Scarface.
  
No Brasil:
Foi lançado o vídeo game Odyssey, pela Philips (tinha até um jogo chamado Interlagos); ocorreram as primeiras manifestações públicas do movimento Diretas Já; morre o jogador Garrincha;

Odyssey, antecessor do Atari

Mas vamos para a pista.
Silverstone, Inglaterra, 02 de outubro de 1983. Penúltima etapa do campeonato britânico de Formula 3, Senna obteve 11 vitórias nas 18 corridas disputadas até então, com nove vitórias consecutivas e 16 pole positions. Esta temporada arrasadora motivou a Rede Globo a transmitir ao vivo, pela primeira vez, uma corrida de F3, que poderia dar a Senna o título antecipado, com narração de Galvão Bueno e comentários de Reginaldo Leme, (a exemplo de um GP de Formula 1), além de mostrar um piloto com imenso potencial para ascender à F1 nos anos seguintes.

Senna pouco antes da largada

A corrida começou com alguns minutos de antecedência, o que pegou a Globo de surpresa, que passou a transmitir a partir da segunda volta.

GP de Silverstone de Formula 3 (parte 1)

GP de Silverstone de Formula 3 (parte 2)
Fonte: Canal de Blog Senna BR

GP de Silverstone de Formula 3 (parte final)

Os carros da F3, definidos por Leme como modelos proporcionalmente semelhantes aos de F1, porém em menor escala, apresentavam-se bastante ágeis e potentes, deslizando nas curvas a exemplo de karts. Os motores apresentavam 2000 cilindradas e cerca de 200km/h de média. Ayrton integrava a equipe West Surrey Racing que utilizava o motor Toyota – Novamotor.
A F1 havia proibido o efeito solo, mas na F3 ainda era utilizado.

Jeans Pool e Banerj patrocinavam o piloto.
Foto: Gazzaspace

A pontuação correspondia ao sistema da F1 da época:
  
1° – 9pts
2° – 6 pts
3° – 4 pts
4° – 3 pts
5° – 2 pts
6° – 1 pt
  
Havendo um ponto extra para o piloto que fizesse a volta mais rápida.
  
Senna largou em 4°, pois realizou o treino classificatório em pista molhada, enquanto Martin Brundle, seu rival direto ao título, largou em 2° (treinou em pista seca), para uma disputa de 20 voltas.
  
Senna ganhou duas posições na largada, enquanto Brundle assumiu a ponta. O brasileiro desejava apenas se manter a frente do inglês, mesmo que em posições intermediárias, mas ambos assumiram as primeiras posições, e se distanciaram dos demais. Senna, caso se mantivesse atrás de Brundle durante a corrida, pretendia atacar apenas nas voltas finais da corrida, pois não deseja correr o risco de não pontuar, já que possuía sete pontos de vantagem.

Primeiras vitórias no início da temporada
Foto: Rev. Quatro Rodas, 273. Abril - 1983

Ayrton se aproximava em alguns momentos, mas Brundle conseguia manter sua posição. Na 18° volta Johnny Dumfries, piloto retardatário atrapalhou mais uma tentativa de Ayrton.
  
Portanto, em uma corrida muito boa de Brundle, Senna chega em 2°, e a decisão vai para Thruxton, com Senna com 122 pontos e Brundle com 119.
  
Antes da última corrida, Senna acompanhou na Itália a revisão dos motores Toyota (Brundle também os utilizava), momento em que se constatou que o motor do brasileiro apresentava menos potência que do inglês.
  
Acompanhe aqui o GP de Thruxton, que deu o título a Senna.

Após mais uma vitória
Foto: Álvaro Teixeira


Referências:

Interfilmes.com
Rev. Quatro Rodas, 273. Abril - 1983
Rev. Quatro Rodas, 280. Novembro - 1983

terça-feira, 22 de maio de 2012

ANIVERSÁRIO - 40 ANOS DE RUBENS BARRICHELLO

Hoje, 23 de maio de 2012, Rubens Barrichello completa 40 anos de idade.

Rubens Barrichello e seu bolo de aniversário dos 40 anos.
Fonte: Twitter

O piloto paulista, foi penta campeão paulista e brasileiro de kart entre 1983 e 1988. A partir de então rumou para outras categorias, confiram abaixo:


ANO
CATEGORIA
EQUIPE
COLOCAÇÃO
1992
Formula 3000
Il Barone Rampante
1991
Formula 3
West Surrey
1990
Formula Opel
Draco Team
1989
Formula Ford
Arisco

Resultados de Barrichello, pós kart e pré F-1.
Fonte: F-1 Org, Revista Quatro Rodas, Dez/1992


Barrichello nos tempos de kart


Rubinho na Formula Ford
Fonte: Revista Quatro Rodas, Jun/1989


Excelente temporada e o título da Formula Opel
Fonte: Revista Quatro Rodas, Set/1990


Novo título na Formula 3
Foto: Antsphoto


Formula 3000, em 1992
Foto: Antsphoto

Em 1993 estréia na Formula 1 pela equipe Jordan, que nos dois anos seguintes apresenta um chassi equilibrado mas o modesto motor Hart necessitava de potência.


Jordan F1 193
Foto: Yallaf1

Em 1994, surpreendeu ao conseguir uma pole position no GP da Bélgica em Spa.


No GP da Alemanha, em 2000, uma vitória esperada há muito pelos brasileiros. A primeira na F1 desde o GP da Austrália de 1993, vencido por Senna.



Rubens competiu na F1 de 1993 a 2011, completando 19 temporadas e é o recordista de participações, com 326 GPs, 11 vitórias, 68 pódios, 14 poles e 17 voltas mais rápidas. Conquistou dois vice campeonatos, e atualmente compete na Formula Indy integrando a KV Racing.

É um exemplo de pai, de uma pessoa humilde, basta assistir as entrevistas concedidas em todos os momentos de sua carreira, desde o Roda Viva de 1995, até as mais recentes, como a concedida a Reginaldo Leme no programa Linha de Chegada, em 2012. Chegou à F1 como o novo nome brasileiro a brilhar nas pistas. Com a morte de Ayrton, toda a pressão do país caiu, injustamente, sobre seus ombros. Pressão assumida também por ele mesmo. Mas viveu fazendo o que gosta, e ganhando muito bem para isso.

Há muito mais para se falar de Barrichello, mas vou deixar para outros posts.

Parabéns Rubens, sucesso nas 500 milhas de Indianápolis no próximo final de semana e como você diz no seu twitter: #tamojunto.


Referências: